
























Curtas-
-Metragens

AQUI, ONDE O SANTO MORA - ALEXANDRO GABRIEL
“Aqui, onde o santo mora” é um retrato sensível da vida dentro de um terreiro de Tambor de Mina. Entre o silêncio da rotina e o som dos tambores, o vídeo mostra que o sagrado vive em cada gesto, em cada folha, em cada olhar. É uma homenagem ao cotidiano que sustenta a fé e às pessoas que fazem do terreiro um lugar de axé todos os dias.
HOJE SEREI SÓ MARIA -
AMANDA SILVINA
Ela cuida da casa, do axé e de todos. O filme Hoje Serei Só Maria, acompanha o silêncio de Maria Raimunda, mãe criadeira do terreiro de candomblé Oto Sindoyá Xwê, em Santarém, no Pará, num dia em que seu corpo pede pausa dasfunções de criadeira. Um filme sobre limites, sobre o direito de parar. Sobre a mulher que existe antes damãe, e também precisa de tempo para si.
MEUS MAIS VELHOS ME ENSINARAM ONILÊ - ANTÔNIO CAIO
A produção busca refletir sobre os caminhos que a busca da ancestralidade pode nos levar sob uma ótica da construção do terreiro axé alaketu ogún osún de Pacatuba.
NO CAMINHO DO SANTO -
CLEVERTON ARRUDA
“No Caminho do Santo” acompanha a trajetória de Mariana, uma jovem em busca de sentido e pertencimento, que encontra na Umbanda não apenas uma religião, mas um caminho de cura, autoconhecimento e conexão com os ancestrais. Ao longo da narrativa, a espiritualidade afro-brasileira se revela como fonte de transformação, acolhimento e resistência.
LUANDA - DANDARA ODARA
O curta documentário tange uma linha pelo território de Luanda, angola, com Luanda uma jovem de 24 anos que nos conta como é e foi carregar esse nome.
CONVERSA NO ILÊ - ELIAS AMORIM
Em uma manhã tranquila, Vinicius se aproxima de Elias para desabafar sobre uma situação vivida na escola: ele perdeu uma prova surpresa por estar cumprindo um compromisso religioso, e a professora se recusou a permitir uma segunda chamada. Atento e bem informado, Elias explica que a Lei 13.796/2019 assegura o direito de se ausentar por motivos religiosos, desde que a ausência seja justificada por meio de um atestado.
CONVITE AO C E U CACIQUE 7 MONTANHAS E EXU CAVEIRA - FILIPE WESSELY
Apresentação do funcionamento da casa de religião e divulgação dos trabalhos. Um convite a conhecer melhor a religião de Umbanda e o trabalho feito no C.E.U Cacique 7 Montanhas e Exu Caveira.
RODA DA VIDA - FRANCISCO LORRAN
"Roda da Vida" é um curta que celebra a tradição e a força da capoeira, retratando a formatura do Contramestre Corujão em sua segunda graduação, conduzida pelo Mestre Pavão e com a participação especial do Mestre Amendoim, que entoa o canto da ladainha. A obra captura a energia contagiante da roda, a empolgação dos participantes e a transmissão do axé, honrando os saberes ancestrais que perpetuam a cultura da capoeira. Através de movimentos, cantos e ritmos, o curta revela a capoeira como um legado vivo, onde passado e presente se encontram em uma dança de resistência e alegria.
AGÔ! - HUINY SILVA
"Agô" é um mergulho reflexivo no ato de pedir licença a Legba-Exu. Uma jornada visual e sonora que desafia o racismo religioso e acende a chama da poesia do dia a dia.
SENSÓRIO ÀSÉ - ISABOR MARIA
Sensório é uma experiência através dos sentidos. O Axé é construído por todo o nosso corpo, e por todas as percepções que temos do nosso redor. Meu curta é um convite a sentir, viver e experimentar a fé por um olhar intimista e particular.
ACARAJÉ - JORGE MARÇAL
O Acarajé na Escola é um projeto do Comitê Permanente da Educação para as Relações Étnico-Raciais do Colégio de Aplicação da UFRJ. Nele, fazemos junto com os estudantes da educação básica e da licenciatura a produção, distribuição e contação de histórias sobre o acarajé, na perspectiva de retomá-lo como comida ancestral que conta a história de persistência de mulheres negras no Brasil. Nosso vídeo retrata a primeira edição do projeto, em consonância com a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana a afrobrasileira nos currículos escolares.
FEIJOADA COM AFETO -
KAREN SIDONIO
Gravado no Ilê Asé Dará Dará Awo Ojoridan, no bairro Marabaixo IV, em Macapá (AP), o vídeo retrata um momento de confraternização entre a família de axé. Em meio à partilha de uma feijoada, revela-se o terreiro como espaço de afeto, pertencimento e cuidado — onde o sagrado também vive na convivência cotidiana.
ATABAQUE - KARINE FERNANDES
"Atabaque" convida o espectador a vivenciar as diferentes formas de linguagens presentes nos rituais sagrados do Candomblé. Com uma narrativa poética, ele nos mostra que canto, toque e dança se entrelaçam para comunicar, celebrar, ensinar e manter viva a tradição dos Orixás.
PLANTAR É REZAR COM A MÃO NA TERRA - KAROL CARDOSO
"Plantar é rezar com a mão na terra" É um mergulho na espiritualidade que brota do chão. O vídeo revela como o ato de plantar é, para mim, um gesto sagrado de conexão com os Orixás, com a ancestralidade e com o cuidado coletivo.
CURIMBA DE MARIANA - INFÂNCIA E RELIGIOSIDADE - KEYCIANE TAVARES
Curimba de Mariana: Infância e religiosidade, é uma iniciativa artística/musical que se fundamental na interlocução entre os saberes técnicos da musicalidade percussiva e os saberes ancestrais, pautados nas vivências com o sagrado.
O CANDOMBLÉ É NARRADO PELA IYALORISA E FOTOGRAFADO POR UM YAWO - LAÍS EGÍDIO
Este vídeo revela, sob o olhar poderoso de Mãe Edna de Baru, a intensidade da vivência no Candomblé — um mergulho profundo na energia pulsante dos Orixás. Ele expressa a força viva das ritualísticas, onde cada gesto, cada cântico, cada oferenda ecoa a presença sagrada dos Orixás, que se fazem sentir ao nosso lado com uma potência que transforma, guia e fortalece.
ANCESTRALIDADE PRETA - LARISSA CAROLINE
Ancestralidade Preta é um mini documentário produzido para reforçar a importância de pessoas negras e a ancestralidade das religiões de matriz africana.
Ọṣun, NASCE UMA VIDA APÓS UMA MORTE - LARISSA PINTO
Em meio ao luto e à saudade, nasce uma nova conexão. Guiadas pela presença sutil de Ọṣun, duas jovens se encontram no terreiro e, entre memórias, danças e rituais, descobrem uma irmandade espiritual que transcende a morte. Um breve e sensível encontro entre fé, ancestralidade e renascimento.
AXÉ NAS ENTRE LINHAS DA VIDA - LAURA BRANDÃO
Retornar às memórias é descobrir a força espiritual que atravessa a existência da protagonista. Esta é uma jornada intimida, onde o sagrado se revela no viver de cada dia.
KALUNGA O CAMINHO DE VOLTA PARA CASA - LORENA VIEIRA
O curta-metragem Kalunga - O Caminho de Volta para Casa aborda temas como pertencimento e identidade. A obra mostra como o Candomblé humaniza e eleva pessoas historicamente marginalizadas, por meio das pequenas experiências da vida que nos foram negadas. A partir da religiosidade, somos conduzidos a um novo patamar de existência, rompendo com os padrões impostos pela cultura ocidental.
O filme dialoga com a ausência que atravessa uma vida inteira e como o Candomblé oferece respostas para cada um desses anseios. Mais do que tudo, o curta trata do renascimento por meio da iniciação, como um verdadeiro caminho de volta para a casa que nos foi tirada.
ÌYÁ ÀGBÀ MI - OMIDARÊ SOFIA
O curta-metragem acompanha, de forma subjetiva e afetiva, as multiplicidades da vida de Bernadete, uma Yalorixá que possui diversas aspirações além do axé. Por meio do olhar íntimo de sua neta, o filme revela o cotidiano, os desafios e os afetos que cercam Bernadete — mulher negra, ativista, líder espiritual e matriarca.
A kìí wọ igbó ká má bọ ọ̀rọ̀ àwọn ẹ̀mí rẹ̀ - RAFAELLE NAIARA
A kìí wọ igbó ká má bọ ọ̀rọ̀ àwọn ẹ̀mí rẹ̀ é sobre o meu reencontro com a ancestralidade. Através das palavras do meu pai e da minha mãe de santo, compartilho como o Candomblé me devolveu raízes, identidade e pertencimento. É sobre me reconhecer na espiritualidade preta, sobre cura, afeto e memória. É sobre voltar pra casa.
FESTA DE OGUM - VINÍCIUS TAVARES
Este vídeo é um registro da festa de Ogum que aconteceu no Ilê Asé Igba Oni Opará, de Matinhos, Paraná, dia 14/06/2025, durante meu período de formação no Axé nas Redes, também foi a saída de 3 novos iniciados no candomblé.
Através dos ensinamentos que tive no curso, busquei aplicar para trazer luz a essas imagens em forma de memória para meu ilê e para compartilhar alguns fragmentos do que vivenciamos em nossas festas públicas, mostrando a beleza da nossa religião em busca da quebra dos preconceitos e do racismo religioso, de quem não conhece e nunca presenciou um candomblé, seus toques, cantos, danças, cores e nossa manifestação de fé em forma de festa.